A Foz do Douro apanha a brisa que a Ribeira não tem
Quando as tardes de verão ficam pesadas nas ruas de pedra do Porto, a Foz do Douro, onde o rio encontra o Atlântico, atrai uma brisa marítima constante que a Ribeira, abrigada, nunca recebe. Um passeio segue ao longo da costa rochosa junto ao antigo forte, com degraus que descem até à água onde as pessoas se sentam e deixam o borrifo refrescá-las. É uma caminhada mais longa ou um curto trajeto de elétrico a partir do centro, e o próprio percurso já faz parte do relaxar.



